quinta-feira, 3 de maio de 2012

O que é COPROLALIA


Há dezenas de definições sobre o assunto. Todas as definições são complementares.
É uma psicopatologia grave e sutil. Apresenta-se em todos os círculos sociais e profissionais. Invade a TV, cinema, música, internet e redes sociais.
Você já mediu o seu grau de coprolalia? 

Copro: (do grego koprós = imundície, lixo, estrume). Partícula de composição que significa imundície, fezes.
Coprofemia: O mesmo que coprolalia ou coprofasia. Fala obscena; escatologia; apresenta-se mais comumente como um tipo de parafilia em que proferir palavras ou frases obscenas é uma condição necessária para a excitação sexual do sujeito.


Coprolalia:
a)      Ou coprofasia. Literalmente (ambas), fala fecal; a emissão involuntária de palavras vulgares ou obscenas, observada em alguns esquizofrênicos que jogam com palavras como se estas fossem fezes.
b)      Substantivo Feminino. Psicopatologia. Tendência incontrolável a usar palavras obscenas.
c)      Linguagem que emprega expressões obscenas. Embora surgindo ocasionalmente na conversa dos adultos, deve-se notar que tal linguagem é facilmente repetida pelas crianças dentro do espírito de imitação e para provocar graça. Em outros casos, a linguagem obscena pode significar uma fixação na agressividade oral ou preocupação com a fase do desenvolvimento psicossexual humano. No adolescente pode representar a necessidade de afirmação de autonomia exprimindo, simbolicamente, a recusa em submeter-se aos padrões educativos do ambiente familiar. A coprolalia é freqüentemente encontrada nos deficientes mentais, no curso de explosões temperamentais, nos transtornos obsessivos, casos de excitação psicótica ou ainda em doenças orgânicas cerebrais, como encefalopatias, epilepsias etc.

O indivíduo precisa acordar. Acordar agora e tornar-se responsável por sua saúde emocional e psicológica.
S.O.S Juventude.
S.O.S Família.
S.O.S Brasil.
S.O.S Humanidade.

A Coprolalia é um tipo de vírus psicossomático, altamente contagioso e destrutivo. Atua na mente e na emoção, causando deterioração da inteligência, percepção, moral e da personalidade.
No princípio o indivíduo acha divertido e utiliza a nova droga como aceite para ingressar em um novo círculo social, uma nova tribo, buscando construir sua identidade através das afinidades transpessoais.

Quando se dá conta de que está infectado, geralmente já fez um grande estrago.
Em alguns casos, o hábito caracteriza uma necessidade do indivíduo em parecer mais maduro, mais sagaz, mais experto. Um somatório de fantasia, amor próprio e insegurança em si mesmo. A geração anterior se utilizava do cigarro para a mesma finalidade.

Em outros casos, a coprolalia é uma forma de exteriorização da angústia, descontentamento, crítica, negação de uma força, de uma realidade, um evento, um preconceito ou um paradigma. É uma forma agressiva, depreciativa, pejorativa, vulgar, escatológica, destrutiva, coprofilítica de se combater uma "força" opressora, equiparando-a com o que há de mais desagradável, dejetável ou infectante da natureza humana, seja vômito, sangue, urina ou fezes.

Fique atento pois muitas expressões de coprolalia são encontradas em alguns tipos de afasia, causadas por lesões cerebrais em pontos específicos que podem comprometer a leitura, a fala, a escrita, os cálculos, a compreensão, a comunicação, e por conseguinte, a vida social.
A pessoa, responsável por si mesma, por sua saúde mental, emocional e psicológica, precisa construir uma sobre-individualidade, onde a individualidade tem mais valor que a imagem social.

A história da humanidade possui espelhos de todas as naturezas e qualidades de brilho e reflexo.
Selecione um ou mais espelhos e mire-se neles. Faça boas escolhas. Observe-se nos heróis da humanidade.

Sócrates, com sua feiúra e brilhante simplicidade, foi o divisor de águas da sabedoria mundial. Dividiu a filosofia em dois períodos: o pré-socrático e pós-socrático, utilizando-se da maiêutica, um conjunto de perguntas simples e lógicas que promoviam o despertar da consciência.

Gandhi libertou uma nação sem levantar a voz nem empunhar uma arma sequer, através da filosofia da Não-Violência (A-Himsa).

Albert Einstein saiu dos gabinetes do serviço público empunhando um lápis e um pouco de imaginação focalizada e revolucionou o mundo científico com a teoria geral da relatividade, quebrando paradigmas seculares e inaugurando uma nova fase de compreensão do mundo e do universo. Com isso elevou o inconsciente coletivo a um degrau jamais alcançado.

E tantas outras pessoas igualmente simples que definiram um propósito em suas vidas e persistiram até conquistá-lo, utilizando-se de palavras justas, simples e coerentes.
Uma mente inspirada e um coração nobre e pacífico são capazes de proezas inimagináveis.

Defina-se.


Curitiba, 04/05/2012.

terça-feira, 1 de maio de 2012

Vida após o nascimento


No ventre de uma mulher grávida estavam dois bebês. O primeiro pergunta ao outro:
- Você acredita na vida após o nascimento?
- Certamente que sim. Algo tem de haver após o nascimento! Talvez estejamos aqui, principalmente, porque nós precisamos nos preparar para o que seremos mais tarde.
- Bobagem, não há vida após o nascimento. E como verdadeiramente seria essa vida, se ela existisse?
- Eu não sei exatamente, mas por certo haverá mais luz lá do que aqui... Talvez caminhemos com nossos próprios pés e comamos com a boca.
- Isso é um absurdo! Caminhar é impossível. E comer com a boca? É totalmente ridículo! O cordão umbilical nos alimenta. Eu digo somente uma coisa: a vida, após o nascimento, está excluída – o cordão umbilical é muito curto!
- Na verdade, certamente, há algo depois do nascimento. Talvez seja apenas um pouco diferente do que estamos habituados a ter aqui...
- Mas ninguém nunca voltou de lá, para falar sobre isso. O parto apenas encerra a vida. E, afinal de contas, a vida é nada mais do que a angústia prolongada na escuridão.
- Bem, eu não sei exatamente como será depois do nascimento, mas com certeza veremos a mamãe e ela cuidará de nós.
- Mamãe? Você acredita na mamãe? E onde ela supostamente está?
- Onde? Em tudo à nossa volta! Nela e, através dela, nós vivemos. Sem ela tudo isso não existiria!
- Eu não acredito. Eu nunca vi nenhuma mamãe. Por isso, é claro, que não existe mamãe nenhuma!
- Bem, mas às vezes quando estamos em silêncio, podemos ouvi-la cantando; ou sentimos como ela afaga nosso mundo... Saiba: eu penso que só depois de nascidos nossa vida será mais “real”, pois ela tomará nova dimensão. Porque aqui, aonde estamos agora, apenas estamos nos preparando para essa outra vida...

(Autor desconhecido)

sábado, 31 de março de 2012

Os Gnósticos através da história

Quem são os Gnósticos.

Acompanhe o estudo da National Geographic sobre os Evangelhos Gnósticos ou os Pergaminhos do Mar Morto.
O assunto veio à tona muito intensamente após a descoberta do Evangelho de Judas, em 2006.

O Evangelho de Judas é um evangelho apócrifo, atribuído a autores gnósticos nos meados do século II, composto de 26 páginas de papiro escrito em copta dialectal que revela as relações de Judas com Jesus Cristo sob uma outra perspectiva: Judas não teria traído Jesus, e sim, atendido a um pedido deste ao denunciá-lo aos romanos.
Desaparecido por quase 1700 anos, a única cópia conhecida do documento foi publicada em 6 de abril de 2006 pela revista National Geographic. O manuscrito, autentificado como datando do século III ou IV (220 a 340 D.C.), é uma cópia de uma versão mais antiga redigida em grego. Contrariamente à versão dos quatro Evangelhos oficiais, este texto clama que Judas era o discípulo mais fiel a Jesus, e aquele que mais compreendia os seus ensinamentos. O seu conteúdo consiste basicamente em ensinamentos de Jesus para Judas, apresentando informações sobre uma estrutura hierárquica de seres angelicais e uma outra versão para a criação do universo.




Esse outro vídeo apresenta o Evangelho de Thomé.




O EGO

O estudo do Ego é infinito.
Então temos que começar logo.
Quanto menos ego, mais espiritualidade.

Segue algumas explicações curtas sobre o ego.

quinta-feira, 22 de março de 2012

Parábola do elefante

Parábola do elefante

 Esta é uma lenda da Índia sobre a dificuldade humana para compreender a realidade:
“Numa antiga cidade da Índia viviam seis cegos. Eles sempre ouviam falar do majestoso elefante do Rajá (príncipe), até que um dia resolveram examinar diretamente o grande animal. 
Chegando perto do elefante, o primeiro cego conseguiu colocar a mão na sua barriga. Então, gritando disse:
- O elefante é com um muro.
Porém, o segundo cego segurou numa das presas e, ouvindo o amigo, protestou:
- Não, o elefante é pontiagudo e duro com uma lança!
O terceiro cego, agarrando a tromba, discordou:
- O elefante é como uma serpente.
O quarto cego, pegando a enorme perna  do animal disse:
- Vocês estão loucos. O elefante é como o tronco de uma árvore!
O quinto cego, ouvindo a confusão dos amigos decidiu saltar para cima do animal. Segurou, então, uma das enormes orelhas  do elefante e disse:
- Todos vocês são idiotas se não percebem que o elefante é um grande leque de abano.
Por fim, o sexto cego, cuidadosamente, segurou a cauda e disse:
- Calem-se todos. O elefante é uma corda resistente.”

A mensagem dessa lenda serve de alerta para muitas situações. 
No estudo da História, por exemplo, algumas pessoas se comportam como os seis cegos da Índia. Percebem e compreendem uma parte da realidade e concluem, orgulhosamente, que descobriram a verdade total.
Em relação ao trabalho de apreensão do Conhecimento Universal as coisas se dão da mesma forma. O grau de realidade ou Verdade que podemos captar do mundo está limitado pelo nosso nível de Consciência, que a princípio é de 3%. Partindo do conceito de que Consciência é “capacidade de ver e perceber o óbvio, o que está diante de nós aqui e agora”, tanto mais enxergaremos a realidade das coisas quanto maior for o nosso nível  de Consciência.
Outro destaque é em relação ao funcionamento da mente. A mente subjugada pelo ego tem um padrão de ação muito característico. Alardeia sua descoberta como suprema verdade em detrimento do conhecimento apreendido por outras mentes. Procura consolidar-se como dona da verdade e ao mesmo tempo anular as outras áreas de pesquisa e conhecimento.
Marca registrada dos homens do tipo intelectual, do tipo Pistis.

Daniel.